o ilusório

"Escrevo sem pensar, tudo o que o meu inconsciente grita. Penso depois: não só para corrigir, mas para justificar o que escrevi." (Mário de Andrade)

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a iludida

Bruna de Freitas, 15 anos, Leopoldina - MG. Senta aí e toma uma xícara de café comigo.



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obrigada

layout e HTML by Érika
toomuch-SUGAR
Deviantart


Depois de quase um mês

  É desde exatamente o dia dessa postagem aí de baixo que eu não escrevo. Não literalmente, claro; mas isso me rendeu uma bela falta do que falar por aqui.
  Tem tanta coisa acontecendo de uma só vez que se eu parar para escrever tudo agora, vou me atrasar para meu curso de inglês às 13:00h, e provavelmente ainda não teria nem aproximado do meio se por acaso começasse.
  O fato é que eu preciso escrever, preciso colocar sentimentos e mágoas pra fora, preciso urgentemente de um prato pra quebrar. Sei lá, ando muito, mas muito à flor da pele – e posso te dizer que realmente NÂO é à toa. As coisas são várias, variáveis, e nem tão melancólicas quanto parecem ser. Eu preciso de um pouco mais de tempo.
  Quanto aos vários comentários que tive, eu agradeço muito, gente. Vou responder assim que puder a todos, porque ainda estou um pouco afetada de como a minha capacidade em Física está melhorando obliquamente – hehe - a cada dia que passa.
  Se me permitem, vou dando um fim por aqui; e volto ainda hoje. Como dizem por aí: eu tardo, mas não falho!



- Postado por: Bruna às 11h50

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Seis é oito


(Andiara, Alinne, Érika, Estephania, eu, Letícia. Carol e Dâmaris no coração!)

O início foi na quinta série. Algumas meninas já se conheciam de outros carnavais, outras sempre estudaram juntas e algumas foram apresentadas pela primeira vez. Organizávamos as melhores festas e saíamos todas as sextas-feiras à tarde para comer besteira na rua. Na 6ª série as meninas já eram como “amigas para sempre”, apesar de terem sido separadas de sala pela maldita escolha da escola. Eram gênios na arte de inventar palavras. Dessa época, resta apenas uma pasta de fotos no computador, de uma festa do pijama perdida em algum lugar no tempo de 2005. Três anos se passaram e as meninas mudaram. Algumas começaram a andar com pessoas novas e outras pessoas foram entrando no já extinto CF. E tudo ficou meio dividido em 2007. Diria um tanto quanto divido, viu. Ninguém mais saía pra comer besteira, as festas acabaram e as palavras inventadas já não tinham a mesma graça de antes. Era como a “síndrome dos 15 anos destruidora de grupos de amizade”. As meninas eram juntas, mas ainda assim, separadas. Subdividiam-se de duas em duas, de três em três. E foi no último dia de aula do ano de 2007 que começava uma reaproximação do todo. Em 2008, minha mudança de escola poderia ser considerada um motivo a mais de separação, mas acho que união soou bem mais forte. E começamos, recentemente, a reaproximação chave da nossa história, a peça que estava faltando era, na verdade, todas. E as meninas puderam ver que seis não é mais um número, é praticamente um pacto – na melhor intenção da palavra! E de seis, viramos oito. Oito elétrons na camada externa do átomo. A conta exata. A verdade é que falar de amizade é um tanto quanto complicado, pois sempre faltam palavras e, as que usamos, soam ridiculamente péssimas. É algo que não acaba; e quando a vivemos intensamente, não cansa. E nem tempo e nem distância mudam o sentimento permanente.

(Dedicado à Alinne, Andiara, Carolina, Dâmaris, Érika, Estephania e Letícia)

Texto para o Tudo de Blog da Capricho


- Postado por: Bruna às 23h56

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Camisas pequeninas

  O assunto sexo me lembra minha 4ª série. No livro de ciências começavam a aparecer as primeiras figuras para estudo do ser humano que, ao mesmo tempo em que despertavam risinhos, despertavam uma curiosidade inocente das crianças. Naquele tempo, começávamos a desacreditar na cegonha e a começar nossa caminhada para um “estudo” mais profundo do ser. Os tempos foram mudando de maneira mais que desenfreada e hoje nos deparamos com a iniciativa de colocar máquinas de camisinhas nas escolas. Iniciativa que eu não simpatizei nem um pouco. Acho que as escolas deviam procurar através de meios educativos, como as palestras, conscientizar e educar os jovens quanto ao sexo seguro. Não creio que uma máquina de camisinhas ajudaria. Até poderia atrapalhar. Na adolescência, os nervos estão à flor da pele e a cada passo que você dá, você descobre alguma coisa diferente. Hoje em dia temos um mundo de informações, a vida é um livro aberto até demais. E, como o sexo se tornou um assunto tão comum quanto futebol ou churrasco, acho que todo mundo sabe o necessário. Não acho que incentivaria o sexo precoce, até porque cada um tem a sua hora, e fica a critério de cada pessoa, na sua própria consciência, saber se está ou não preparada.

Texto para o Tudo de Blog da Capricho



- Postado por: Bruna às 14h44

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Sexta-feira 13

P.S.: Não te amo. O layout ficou uma graça, né?

Dito e feito: meu dia 12 de junho foi incrivelmente igual ao post que eu havia escrito antes. Esse mesmo texto foi selecionado e saiu no site, pessouas. O link é http://capricho.abril.com.br/tudodeblog/, do post "Bad love day", 5º texto.
Minha sexta-feira 13 (mas já é sábado, passou da meia-noite) foi incrivelmente legal. Meu dia começou com a entrega das provas de física - eu disse FÍSICA - e, feita a entrega, vi que havia fechado a prova de física - eu disse FÍSICA de novo. FÍSICA! (pela 3ª vez)
Hoje estou excepcionalmente cansada e feliz (a primeira mais forte). Vou é caçar minha cama antes que eu tente escrever um post e ele saia pior que o normal.



- Postado por: Bruna às 00h55

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No dia 12 de junho...

...vou acordar mal-humorada, enrolar até me arrumar para ir pra escola, tomar café correndo e sentir que vou perder minha carona se continuar demorando tanto para pentear o cabelo. Depois vou chegar na escola e achar primeiramente as minhas amigas solteiras. Na hora do intervalo, vamos ver 48746541 de casais trocando presentes, beijinhos, abraços, sorrisos e mil e uma coisas que não lembro. Irei para casa almoçar e com certeza me depararei com casais felizes andando juntos e mil corações espalhados pelas lojas. A cartolina vermelha das papelarias vai acabar, os cartões da seção "Dia dos namorados" irão acabar, os chocolates irão acabar e a minha paciência irá acabar. E, depois de tudo isso, eu vou olhar pro(s) meu(s) amor(es) platônico(s) e ver o quanto eu sou (in)feliz. E vou chegar em casa, lá pelas 9 da noite, doida para tomar banho, doida para dormir, cansada e sem namorado.

Pauta para o site - Tudo de Blog



- Postado por: Bruna às 20h18

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Cansada

Acho que o título diz tudo. Prometo que volto com mais tempo e, principalmente: com um post com mais de uma linha. :)

- Postado por: Bruna às 21h22

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Cotas não

Sou contra o sistema de cotas em universidades. Para mim é sim um tipo de discriminação. Não acho certo os negros serem privilegiados com um belo número de vagas na universidade porque enquanto uns se matam fazendo cursinho, virando noites estudando e fazendo de tudo para tirarem uma pontuação que os façam entrar na faculdade, os negros têm a "moleza" de estudar um pouco - ou nem estudar - sabendo que não precisarão de muitos pontos para garantirem uma vaga. É inclusão para os negros, é exclusão para as outras raças. Para mim, uma velha e boa maneira para as vagas em universidades serem justas é o saber e o conhecimento das pessoas. A vaga tem que ser pra quem sabe independente se a pessoa é pobre, rica, negra, branca, amarela, vermelha...Cotas, para mim, não são legais.

Pauta para do Tudo de Blog para a revista



- Postado por: Bruna às 19h14

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De véu e grinalda

   Quero casar de vestido branco, com o príncipe da minha vida. Morar numa casinha verde com cerquinha branca tipo em desenho, ter 4 filhos e ser a pessoa mais feliz do mundo. Mentira, não quero mais isso. O "mais" é justamente porque um dia já quis.
   Pegava uma folha em branco e desenhava casinhas com telhado triangular, duas janelas e uma porta central. Ao lado, fazia dois bonequinhos grandes de mãos dadas com quatro bonequinhos pequenos. Inevitavelmente todos tinham um sorriso no rosto, as nuvens eram azuis, o céu branco e o sol laranja com amarelo. E quase sempre os bonequinhos tinham acabado de se casar na folha do desenho anterior.
   Nós mulheres, acho eu, sonhamos com o dia do nosso casamento. O dia em que todos os espinhos virarão rosas. E é aí que eu acho que a gente se engana. O casamento hoje em dia é tão precipitado que gerou uma série de divórcios aqui no Brasil. Pra casar, nós pelo menos devemos estar cientes e pensar mais ou menos que "não, esse é realmente o cara com quem eu quero passar o resto da minha vida". O resto da sua vida é bem relativo: pode ser que sim, pode ser que não. Mas se desde tempos você namora, tem uma relação séria, duradoura, constante, com reciprocidade de sentimentos, idade para saber que isso será bom pra você e pensamentos positivos que tudo dará certo, acho que aí sim daria certinho.
   Nós, adolescentes nesse mundo aparentemente insano, "abandonamos" um pouco desse romance devido aos nossos "príncipes" que a cada dia que passa não prestam mais. Não tenho experiência no assunto, mas amor para mim é o sentimento mais forte de todos. Meninas românticas e crentes no amor recíproco estão em falta hoje em dia. Sei lá, às vezes é a idade; às vezes é o desamor com o carinha da escola.
   Revendo minha lista de sonhos antigos, casar geralmente vinha na primeira linha - e sublinhado. Porém, olhando daqui com meus pouquíssimos 14 anos, acho que primeiro eu pensaria em mim. Estudaria incansavelmente, correria atrás de cidades bacanas pra tentar vestibular, quando passasse no vestiba ia logo morar numa república, tentaria de todas as formas alcançar a minha independência antes de "ficar dependente". Casar, no meu plano futuro-atual, estaria bem perto da zona de rebaixamento.

Pauta para o site do Tudo de Blog da Capricho


- Postado por: Bruna às 23h41

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DOIS COELHOS NUMA CAJADADA SÓ

  Prometo que o próximo post será algo sem ser pauta. Juro, hein. :) Duas pautas caprichosas pro'cês:

GIRLS JUST WANNA HAVE FUN

  Não existe nada comprovado, nem números específicos, mas, para mim, as mulheres são mais inteligentes que os homens. As mulheres têm mais firmeza e são mais centradas. Porém, contradizendo, eu digo que nós mulheres não iremos dominar o mundo. E a única coisa que impede isso, é o fato de nos odiarmos.
  As mulheres gostam de manter o inimigo por perto para observá-lo e depois “auxiliá-lo”. Na maioria das vezes não são inimigos; são inimigas. E se batermos de frente com uma semelhante, coisa boa é que não vai sair.
  Uma união entre todas é algo totalmente ilógico. Ainda mais quando colocam o sexo oposto no meio.
  Atire a primeira pedra quem de nós nunca olhou para uma outra garota desconhecida e o clima ficou estranho. Se o modo de pensar não mudar, vai ser sempre assim.

Pauta para a revista Capricho - Tudo de Blog

Finja que tem uma linha separando aqui...

GORDINHAS E MAGRINHAS: UNIVO-NOS!

  Como, no mínimo, dois cachorros-quentes por dia na escola (sei que não faz bem, mas fico tão feliz). E, se eu fosse gorda ou magricela, não deixaria de comer meus dois cachorros-quentes. Já fui um balãozinho, daqueles bem rechonchudos, e por causa disso era zoada. Tinha um medo danado de ficar gorda forever, mas fui crescendo e estou doida para parar nesses 1,74m. Dentro daquelas tabelinhas de balança, estou no peso ideal para a minha altura e idade - mesmo comendo todo esse cachorro-quente.
  Desde que o mundo é mundo, existe essa preocupação - pra não dizer paranóia - das mulheres em terem barrigas sequinhas e pernas finas. Faço do projeto do deputado Manoel Mota, de Santa Catarina, meu projeto: defender modelos mais normais.
  Se o projeto colar, beleza. As mulheres ficariam menos neuróticas com todo esse dilema. Elas gostariam mais do seu jeito de ser, não se importariam com seu jeans 46, seriam mais felizes consigo mesmas. Mas claro, se forem gordinhas - ou nem tão gordinhas assim - saudáveis.
  Se fôssemos definir qual o modelo "certo" levando em conta a forma física, estaríamos errados. Tudo gira, nesse sentido de “certo”, em torno da saúde. Se você tem saúde, você tem (quase) tudo. Se você tiver uns quilinhos a mais e for saudável, é mais do que gratificante para você mesma ser/estar feliz. Se você for bem magrinha e for saudável, também deve ficar feliz.
  Conheço meninas magrelas que lutam para terem mais carne e gordinhas que não se sentem bem com os quilinhos a mais. Se o problema pegar pelo lado que você não se sente bem, você deve fazer o que você quer, e não o que a sociedade dita ou deixa de ditar. O importante é o valor que você se dá do jeito que é.
  As modelos deveriam sim ter mais curvas, serem mais "modeladas". Essa magreza exigida para seguir a carreira de modelo é tão fora da realidade que chega e me incomodar. Afinal, que mal tem a beleza real? A nossa beleza própria é muito melhor. É uma beleza única e tão bonita quanto a beleza de estar bem consigo mesma. E, claro, com saúde pra dar e vender.

Pauta para o site do Tudo de Blog

P.S.: EU ESTOU MUUUITO FELIZ! (Eu PRECISAVA escrever isso aqui! :D)



- Postado por: Bruna às 23h50

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QUANTO VALE UMA VIDA?

  Liga a televisão e espera o telejornal começar. Senta no sofá apreensiva: quem será que morreu hoje? Uma pena não ter sido o vilão.
  Abre o jornal e já sabe o que vai encontrar. Lê as notícias apreensiva: onde será que trocaram tiros hoje? Uma pena que acertou os inocentes.
  Sai de casa para ir na casa de uma amiga. Passa pela rua apreensiva: será que vão me notar? Uma pena terem te notado...
  Agora, imagine que essas percepções se tornem diárias. Vai sobrar o que de bom para pensar? Vai sobrar o que de bom para sentir?
  Por que o mundo é tão pessimista? Por que as pessoas estão tão violentas? Por que todo mundo quer "detonar" todo mundo? Sinceramente, estamos mal acostumados a abaixar ou empinar demais a cabeça, a ver maldade em tudo, a duvidar de todos. Por que as pessoas estão "achando que sabem" das coisas? Ninguém é tão ruim que não tenha um pouco de bondade.
  A violência é um vírus que a cada dia que passa contamina as pessoas. E qualquer um pode se tornar violento se quiser. Seja pobre ou rico, verde ou roxo, cristão ou judeu, bonito ou feio. Não importa e nunca vai importar; porque isso vem de como a pessoa quer ser, vem de como a pessoa se deixa influenciar.
  A violência é desde sempre. Ela nunca foi. Ela nunca irá se continuarmos conformados com ela. Infelizmente.

Pauta para o site - Tudo de Blog da Capricho


- Postado por: Bruna às 23h23

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MESMO QUE SEJA ESTRANHO, SEJA VOCÊ.

  Ser chique vai muito além de estar dentro das tendências do momento. Chique é questão de estilo; e estilo é pessoal. Não é sair por aí usando legging com um vestido curtíssimo se sentindo um balaio. Também não é usar uma maxibolsa e sair por aí se sentindo "vou viajar". Se eu me sinto mal com algo, eu não usaria só porque está na moda. Chique é estar bem consigo mesma. É sentir-se bem com aquele seu jeans surrado e aquele modelo de Havaianas do ano passado. É olhar para o espelho mesmo sem aquela calça de cintura altíssima e aquele salto e se sentir a mulher mais bonita do mundo. É misturar suas peças de roupa. É sair na chuva com aquela sua sombrinha "cheguei". É se sentir orgulhosa de estar usando um sapato diferente dos daquelas cinco meninas que você viu passando na rua. Chique é ser você. E se você estiver bem com o que está usando, o resto pouco importa.

Pauta para o Tudo de Blog - Edição 1043 da Capricho



- Postado por: Bruna às 22h54

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BEIJO NA BOCA É COISA DO PASSADO

  Era - literalmente - só o que faltava: sexo liberado na praça.
  E não me surpreende que a lei tenha sido estabelecida na, claro, Holanda. O país do tudo posso, tudo faço. Realmente. Tudo que quero posso fazer. Como se já não bastasse a prostituição e as drogas serem liberadas.
  Que digam que eles são desenvolvidos, modernos e coisa e tal. Para mim isso é pura sem-vergonhice e falta de bom senso. Aonde já se viu?
  Um belo dia, lá pelas 9 da noite, você resolve dar um passeio com seu namorado, seus amigos ou com quem quer que seja e, no caminho, se deparam com duas pessoas corretas - corretas porque, afinal, estão dentro da lei - se amando em plena praça pública. Que amor. (ênfase no amor). Mas não tem problema. Eles não estão cometendo crime nenhum e logo logo a via estará livre das camisinhas.
  E olha que é Holanda, hein. O país desenvolvido, cheio das tecnologias e dos bons - hahaha - costumes. E se essa moda pega aqui no Brasil, o país que já é "quente" por natureza, aí sim que não teria mais jeito de fazer nada. Viraria uma fornalha de pessoas se agarrando pelos cantos.
  Sem dúvida os holandeses são mais "pensantes", têm a cabeça mais aberta e são mais cultos, digamos. E tudo isso num país onde há multa se você leva seu pobre cachorro para passear e o sexo é mania entre a garotada da praça.
 Francamente...

Pauta para o Tudo de Blog da Capricho



- Postado por: Bruna às 16h32

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  Hoje eu descobri que ninguém nunca está onde parece estar.
  É como aquele texto - do qual não recordo o nome no momento - do Luís Fernando Veríssimo que fala sobre falácias que, segundo ele, é um animal que nunca está onde parece estar. E no final, ele acaba vendendo as falácias enlatadas. E dentro da lata não tem nada.
  Essa conclusão não passa apenas de um pretexto para eu jogar a culpa de um problema meu na cabeça de alguém novamente. Ando muito desesperada esses dias, mais que o meu desespero normal.
  Não sei se recordam, mas esse ano fui para uma escola federal. E, meu Deus, mudou tudo.
  E quando eu digo tudo, é inteiramente TUDO; no sentido literal, figurado e em qualquer sentido que você quiser que seja. Things even out, meu bem.
  Recordam-se do meteoro que se chocou com a Terra há 65 milhões de anos atrás? Pois então. As coisas mudaram. E minha vida está bem perto disso.
  É como se de repente o mundo se joga contra você e te põe uma carapaça nas costas, algo para manter, para não sair da linha, para ficar onde você sempre esteve e não mudar. E não, você não imagina como é. Tolice a minha tentar dividir algo como isso.
  Felizmente tem a parte, digamos, "boa" do negócio: o estar quase "junto". Não queiram e nem tentem entender, só lhes trago uma definição:

Amor
sm (lat amore) 1 Sentimento que impele as pessoas para o que se lhes afigura belo, digno ou grandioso. 2 Grande afeição de uma a outra pessoa de sexo contrário. 3 Afeição, grande amizade, ligação espiritual. 4 Objeto dessa afeição. 5 Benevolência, carinho, simpatia.
 
  Apesar de tudo, vocês não gostariam de estar no meu lugar...
  Boa páscoa pra vocês. Comam muito chocolate e não se esqueçam de rezar. ;)

- Postado por: Bruna às 17h26

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UM DETALHE IMPORTANTE



- Postado por: Bruna às 21h25

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OIMEADICIONA.COM

  Blog: o início. Orkut: o meio. MSN: o fim. No geral, é assim que vejo as coisas. Um comentário no blog que se estende até várias risadas virtuais. Um “passa seu Orkut aí” e altos papos na página de recados. E finalmente “me adiciona no MSN” depois de algum tempo trocando informações nem tão importantes sobre vocês e suas vidas.
  O tempo passa, as conversas fluem, os segredos se revelam, as intimidades ressaltam, as alegrias são constantes e as tristezas quase esquecidas. É normal sentir uma extrema segurança nele e aceitável querer contar a ele tudo o que mais te irrita no seu mundo off. Afinal, bem fácil falar com alguém das coisas difíceis sem olhar nos olhos.
  Os amigos virtuais - os amigos, não colegas - nunca se afastam por completo. Eles são reais: se importam com você assim como sua família e seus amigos “carne e osso”. E você sente saudades dele, quer abraçá-lo, beijá-lo e, claro, quer porque quer conhecê-lo.
  É mais ou menos como diria a minha amiga virtual “suprema” Giuliana: “mas tem um monte de estrada entre a gente, e, você não pode me apertar, mas, um dia eu vou comer as estradas, e, você vai poder me apertar, porque, ai, eu sou gulosa!”.

Pauta do Tudo de Blog: "Ser amigo (virtual) é..." - Edição 1040 da Capricho



- Postado por: Bruna às 19h06

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