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Defenda as Tartarugas Ninjas.
Nova York nunca foi mais a mesma depois do aparecimento das Tartarugas Ninja.
As verdinhas chegaram e conquistaram uma legião de fãs instantaneamente.
Tudo começou quando as quatro tartarugas e um rato foram atingidos por uma substância radioativa que escorreu pelo esgoto onde estavam, podendo então caminhar sobre duas patas e falar.
As quatro jovens tartarugas mutantes atendem por Leonardo, Donatello, Michelangelo e Rafael. Só pelos nomes, podemos ver o quanto elas prezam a boa e velha arte renascentista.
O rato atingido pela substância é o Mestre Splinter: era mascote de um lutador de ninjitsu e aprendeu os movimentos observando seu treinador. Assim, Splinter passa a treinar as simpáticas tartarugas. Seu arquiinimigo é Shredder.
Além de ninjas, elas são estilosas: cada uma tem uma faixa na cabeça com sua própria cor e cada uma tem sua própria arma.
Moram no esgoto de Nova York e ainda por cima são viciadas em pizza.
Agora me diga: elas são ou não são as tartarugas mais legais que você já viu?
Com certeza são.
Só não cometa nenhum crime em Nova York. Creio que não gostarão de conhecê-las dessa forma...
A Tchecoslováquia manteve-se comunista até o final da década de 80, quando se abriu para o sistema democrático. Analisando a atual situação da política brasileira, você acha que o nosso país poderia de alguma forma se tornar comunista?
Karl Marx que o diga: o revolucionário odiado por conservadores e defensor à implantação do comunismo gostaria dessa pergunta. (Como valeu a pena aprender Marxismo ano passado na escola!)
Em hipótese alguma – pelo menos para mim - o Brasil poderia vir a ser comunista.
Duvido que algum ser em plena consciência deixaria de tomar Coca-Cola ou comer no McDonald’s. (Se bem que, em partes, estou contribuindo: só como no McDonald’s quando viajo porque na minha roça cidade não tem nem Casas Bahia. Que dirão multinacionais).
Mais: alguém se lembra das notícias sobre o escândalo do “mensalão” ano passado? (foi ano passado, não?). Diga-me se os nossos (ironia on) humildes e bonitos (ironia off) políticos abririam mão dos seus “carrinhos” luxuosos importados.
Seria uma boa para quem não tem nem onde cair morto, mas a elite brasileira não concordaria.
Os costumes do povo brasileiro giram em torno do capitalismo. As ideologias são completamente diferentes do que estamos acostumados a ver e viver. Além da porcentagem de 90% - segundo o IBA (Instituto Bruna Acha) – de isso dar completamente errado e desencadear uma guerra civil.
Uma ligação dele no meio daquela tarde de sábado dizendo que vocês “precisam conversar”. Por aí você percebe que ou vem bomba ou vem o dia mais feliz da sua vida.
Hora e lugar combinados e a virada fatal do rosto quando você vai cumprimentá-lo com um beijo. (Parece que é bomba).
O tradicional “eu não quero que você fique triste e quero continuar sendo seu amigo” já te deixa com a pulga atrás da orelha: fui trocada?
O “problema” é que não foi por ela, e sim por ele.
Você leva um baque tremendo, perde o chão, começa a chorar ou sai correndo querendo nunca mais vê-lo. E pensa: “fui tão ruim assim?”.
Mas é inevitável: seu ex-namorado é gay.
A dor e a raiva são maiores porque ele é gay? Se fosse comigo, jamais. Perder um namorado é sempre péssimo e, independente da opção sexual dele depois do término, eu choraria lagos por tê-lo perdido.
Na melhor das hipóteses, haja chocolate para esquecer um príncipe que virou sapo e te trocou por outro príncipe.
Sobre coisas - generalizando mesmo - aleatórias que me aconteceram nesse tempo que me comportei como uma blogueira que não sabe o que significa "fazer um post para atualizar o Rua".
Um: Sobre como é terminar um namoro. Intrigante e, ao mesmo tempo, doloroso. Mesmo que tenha sido você a culpada das coisas, sempre dói ao saber que aquela ligação diária depois das 23:00h nunca mais existirá.
Dois: Sobre como é divertido assistir a programas com Closed Caption. Entre os símbolos que indicam que está tocando alguma música e [risada] antes ou depois de alguma frase, há um humor apreciado por poucos. E olha que para eu achar algo muito engraçado, tem que ser no mínimo inútil. Creio que o Closed Caption não seja inútil para algum deficiente auditivo, mas para mim...
Três: Sobre como fiquei doente. Estou com anemia comum e foi por pura burrice. Clinicamente, distúrbios alimentares, carência de ferro no sangue. Estou tomando um comprimido do tamanho do Everest – confesso que até anteontem e mais um ontem eu não sabia engolir comprimidos direito. E no primeiro dia do bendito após o almoço, eu resolvi o partir – por sorte não tinha a terrível cápsula. Por dentro era cor de ferro e, quando levei uma metade ao nariz para sentir o cheiro do comprimido por dentro, o cheiro era de – adivinhe – ferro. Prego enferrujado mesmo. E nem acabei a primeira cartela...
Quatro: Sobre como eu não gosto de Carnaval. É. Pular então nem me fale. Fui para outra cidade e fiquei na casa dos meus avós. Saí alguns dias só pra não passar o feriado dormindo. Tudo bem que eu acho lindos os desfiles. Mas que fiquem por lá mesmo...
Cinco: Sobre como é mudar de escola. E acredite se eu falar que foi da água para o vinho. Eu estudava em uma escola particular e católica. De todas aquelas regras básicas. Prestei o “vestibular” para fazer o 1º, 2º e 3º ano no CEFET (Centro Federal de Educação Tecnológica) e passei em 12º lugar em Mecânica. Já deu pra ver: particular para federal. Realmente, é outro papo. Confesso que estou animada para as aulas, mas não para o trote.
SuperSeis: Último mas não menos importante. Sobre como foi ser selecionada como colaboradora de 2008 do Tudo de Blog da revista Capricho. Eu paralisei com o comentário de uma garota super simpática no post anterior. Quando ela disse “Parabéns pelo TDB! Seja bem-vinda!” eu quase tive um ADP. Fui desesperada – e bota desesperada nisso – no site da Capricho conferir. Eu não estava sabendo que o resultado já havia saído. Quando eu vi o meu nome junto ao meu blog, eu comecei a gritar. Não desejaria ser meu vizinho nesse momento...Mais de 1300 inscrições e eu no meio das 130 selecionadas! Sério, eu estou tão feliz que comeria um pote de sorvete lá fora no vento frio. Muito obrigada, Nathalia Duprat! (http://capricho.abril.com.br/tudodeblog/ - Olha eu aí, tia!)
O horizonte da felicidade me aguarda ansiosamente. Afinal, eu sou só uma caloura. (E agora mais do que nunca, em dobro).