Bruna de Freitas, 16 anos, Leopoldina, MG, 2º ano dos ensinos médio, técnico em mecânica e técnico em piano. Fã incondicional de Tim Burton, Johnny Depp e do DJ Space Cowboy. Botafoguense de coração e prezando sempre o amor, pretendo não morrer sem antes visitar Veneza e New York. Um tanto quanto inconstante. Prefiro ler, rascunhar textos ou dançar a noite toda. Louca por literatura, música, cinema, inglês e festas, tenho certeza que estou em um novo estágio de vida. Às vezes, negocio. Outras, notifico. Senta aí e toma uma xícara de café comigo.Arquivo do Blog
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Blog: o início. Orkut: o meio. MSN: o fim. No geral, é assim que vejo as coisas. Um comentário no blog que se estende até várias risadas virtuais. Um “passa seu Orkut aí” e altos papos na página de recados. E finalmente “me adiciona no MSN” depois de algum tempo trocando informações nem tão importantes sobre vocês e suas vidas.
O tempo passa, as conversas fluem, os segredos se revelam, as intimidades ressaltam, as alegrias são constantes e as tristezas quase esquecidas. É normal sentir uma extrema segurança nele e aceitável querer contar a ele tudo o que mais te irrita no seu mundo off. Afinal, bem fácil falar com alguém das coisas difíceis sem olhar nos olhos.
Os amigos virtuais - os amigos, não colegas - nunca se afastam por completo. Eles são reais: se importam com você assim como sua família e seus amigos “carne e osso”. E você sente saudades dele, quer abraçá-lo, beijá-lo e, claro, quer porque quer conhecê-lo.
É mais ou menos como diria a minha amiga virtual “suprema” Giuliana: “mas tem um monte de estrada entre a gente, e, você não pode me apertar, mas, um dia eu vou comer as estradas, e, você vai poder me apertar, porque, ai, eu sou gulosa!”.
Pauta do Tudo de Blog: "Ser amigo (virtual) é..." - Edição 1040 da Capricho