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O assunto sexo me lembra minha 4ª série. No livro de ciências começavam a aparecer as primeiras figuras para estudo do ser humano que, ao mesmo tempo em que despertavam risinhos, despertavam uma curiosidade inocente das crianças. Naquele tempo, começávamos a desacreditar na cegonha e a começar nossa caminhada para um “estudo” mais profundo do ser. Os tempos foram mudando de maneira mais que desenfreada e hoje nos deparamos com a iniciativa de colocar máquinas de camisinhas nas escolas. Iniciativa que eu não simpatizei nem um pouco. Acho que as escolas deviam procurar através de meios educativos, como as palestras, conscientizar e educar os jovens quanto ao sexo seguro. Não creio que uma máquina de camisinhas ajudaria. Até poderia atrapalhar. Na adolescência, os nervos estão à flor da pele e a cada passo que você dá, você descobre alguma coisa diferente. Hoje em dia temos um mundo de informações, a vida é um livro aberto até demais. E, como o sexo se tornou um assunto tão comum quanto futebol ou churrasco, acho que todo mundo sabe o necessário. Não acho que incentivaria o sexo precoce, até porque cada um tem a sua hora, e fica a critério de cada pessoa, na sua própria consciência, saber se está ou não preparada.
Texto para o Tudo de Blog da Capricho