Ilusões

"Escrevo sem pensar, tudo o que o meu inconsciente grita. Penso depois: não só para corrigir, mas para justificar o que escrevi." (Mário de Andrade)

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Ilusionista Iludida

Bruna Montes Werneck de Freitas, 16 anos, Leopoldina, MG, 2ºs anos dos ensinos médio, técnico em Mecânica, técnico em Piano e quase formada no curso de Inglês. Admiradora incondicional de Tim Burton, Johnny Depp e Space Cowboy. Botafoguense de coração e apaixonada por Veneza. Um tanto quanto inconstante. Prefiro ler, rascunhar textos, jogar truco ou dançar a noite toda. Louca por literatura, moda, música, cinema, jogos de cartas, inglês e festas. Às vezes, negocio. Outras, notifico. Senta aí e toma uma xícara de café comigo.

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Pois é
Sem formol não alisa
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No memory
Pensamento traduzido
O saber nunca é demais


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Obrigada

Layout e conteúdo por mim, HTML por Érika e imagem por Deviantart.


Mais uma volta em torno do Sol

   O ano está acabando, mas ainda dá tempo de mudar e de fazer da mudança algo melhor. O que mais a gente faz em fins de ano é ficar lamentando e fazendo planos clichês.
   Ainda dá tempo de tirar notas ótimas nas provas finais, de se declarar para a pessoa amada, de pedir desculpas para aquele amigo que ficou meio distante, de perdoar quem há de ser perdoado, de cuidar do ambiente, de sorrir mais, de chorar mais, enfim. Dá tempo pra tanta coisa!
   O final das coisas, o desfecho que elas vão levar, é o momento mais esperado em qualquer coisa na vida. Depois que tudo passa, o mais importante é o que fica. O fim de uma peça de teatro, o fim de um livro, o fim de um filme, o fim de qualquer coisa. O fim é onde você tem a chance de fazer um novo começo para tudo. O fim é a última decisão e a nova escolha.
   Despeça-se de 2008 da melhor forma possível, mude tudo o que achar que deve ser mudado, seja muito feliz, faça tudo que tiver vontade sem medo. Afinal, o fim de cada ano acontece só uma vez - e no fim dá tudo certo!

Pauta para o Tudo de Blog da Capricho



- Postado por: Bruna às 19h24

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Deixando a alma se lavar

   Chorar, chorar e chorar: é tudo o que eu mais tenho feito nos últimos dias. Chorando assistindo “Desafiando Gigantes” de novo, chorando por amigos perdidos, chorando por discussões, chorando por confusões da minha cabeça, chorando por ter tirado uma nota linda na última prova de Trigonometria, chorando por medo de vir a decepcionar pessoas, chorando de rir lembrando da última aula de Espanhol, enfim. Chorando tanto que notei meus olhos mais abertos e mais brilhantes quando me olhei hoje cedo no espelho do quarto de visitas daqui de casa.
   Disseram que “os olhos são a janela da alma”. Assim, tenho para mim que minha alma está tão límpida e transparente que só precisaria de uma outra “lavagem” como essa que teve no ano que vem, em meados de fevereiro. Mas, como eu não gosto de esperar muito, minha alma poderá até sumir de tão clara, pois a lavagem parece estar a caminho nesse exato momento.
   Não que isso seja algo ruim. Nunca vejo um choro insano ou um princípio de lágrimas na face serem como coisas ruins que podem me ferir brutamente de alguma forma.
   Chorar também soa clichê, sei lá. Parece algo que vem, vai e volta do nada, como aquela vontade de comer doce no meio da noite ou de rir na hora de uma prova. Só que chorar faz parte. Depois de chorar meus cílios crescem, meus olhos ficam mais reluzentes, maiores. E eu acho até que fico mais bonita, por fora e - principalmente - por dentro.



- Postado por: Bruna às 02h08

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